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Pegada Ambiental

 

 

Pegada Ambiental

Consumo de Energia

Com vista à redução dos seus consumos de eletricidade, o Banco tem vindo a implementar diversas iniciativas, nomeadamente:

- Redução do número de locais de consumo – rede de balcões e edifícios;
- Instalação de iluminação e equipamentos (ex.: AVAC) mais eficientes do ponto de vista energético;
- Determinação de horário limite para utilização de edifícios centrais, desligando centralmente sistemas de AVAC e iluminação;
- Substituição progressiva da iluminação por LED;
- Reforço do programa de monitorização de consumos e de adoção de medidas preventivas e corretivas.

Em 2020, o NOVO BANCO consumiu 20 860 668 kWh de eletricidade, uma redução de 8,6% face a 2019. O consumo de eletricidade por colaborador, em 2020, situou-se nos 4 828 kWh.




Consumo de Papel
A racionalização da comunicação em suporte de papel é um compromisso estrutural que foi assumido pelo NOVO BANCO nas suas duas vertentes: interna e externa. Este compromisso passa essencialmente pela sensibilização e mudança de hábitos dos seus colaboradores e clientes, bem como pela desmaterialização contínua dos seus processos.

Em 2020, o NOVO BANCO deu continuidade à sensibilização destes dois grupos de stakeholders para a utilização mais eficiente do papel impresso.

Nível Interno

  • Papel branco - 199,6 toneladas;
  • Impressos finishing e extração - 109,7 toneladas.

Em 2020 cada colaborador consumiu cerca de 46 Kg de papel. Em 2020, e tendo em conta a diminuição e reaproveitamento dos seus resíduos, o NOVO BANCO enviou cerca de 106,1 toneladas de papel para a reciclagem e 61,3 toneladas de cartão para reciclagem.

Nível Externo
Em 2020, o NOVO BANCO prosseguiu a sua estratégia de otimização da comunicação a clientes, nomeadamente na vertente de desmaterialização de documentos com a consequente melhoria da qualidade ambiental, tendo atingido, dois anos antes, o objetivo definido para 2020, ou seja, 83% da comunicação ao cliente ser digital.

A contínua aposta do Banco no desenvolvimento de soluções pioneiras e ambientalmente responsáveis tem permitido aos clientes ter acesso digitalmente e com total autonomia aos seus movimentos e documentos bancários, contribuindo deste modo para a proteção do ambiente através da redução do consumo de papel, do seu transporte e progressiva eliminação do processo de impressão (printing) e acabamento (finishing).

Esta consolidação permitiu atingir em 4 anos um grau de desmaterialização global de comunicação ao cliente de 88,8% face a um valor inferior a 50% em 2014.

Os últimos anos foram efetivamente anos  de consolidação da estratégia de otimização da comunicação a clientes no NOVO BANCO e consequente um contributo para a melhoria da qualidade ambiental, estratégia que continuará a merecer uma especial atenção em 2021.


Emissões de CO2
O NOVO BANCO assumiu como fulcral a elaboração de um inventário das emissões decorrentes da sua atividade. Para este fim efetua anualmente o cálculo de emissões diretas e indiretas de acordo com as diretrizes do Painel Intergovernamental das Alterações Climáticas (IPCC), do Protocolo de Gases com Efeito de Estufa do WRI/WBCSD.

Em 2020 o inventário de emissões de CO2 (âmbito 1, 2 e 3) totalizou 12 798,7 toneladas sendo que o consumo de eletricidade e o consumo de combustíveis fósseis representam as maiores fontes de emissão de gases com efeito estufa. Face a 2019, as emissões de CO2 tiveram um decréscimo de 21,5%.




Consumo de Água

Com o objetivo de reduzir os seus consumos de água, o banco, tem vindo a implementar diversas medidas de redução do seu consumo, incluindo a substituição das torneiras tradicionais por torneiras com temporizador e a sensibilização dos colaboradores para comunicar todas as anomalias detetadas. Em 2019, o consumo de água situou-se nos 45 394 m3 de água, cerca de 10,5 m3 por colaborador.

Alterações climáticas

A preservação do Planeta é um tema que deve merecer a maior atenção de todos os agentes, nomeadamente dos económicos. O NOVO BANCO não é exceção, e colocou ao serviço da conservação da natureza as suas competências enquanto prestador de serviços financeiros.

O setor financeiro é um dos principais impulsionadores da economia, desempenhando um papel fulcral no acesso ao capital dos diversos setores, desempenhando deste modo uma função importante no desenvolvimento sustentável e na problemática das alterações climáticas, uma das principais questões e desafios da humanidade a nível mundial, cujos consequências já se encontram bem visíveis no nosso dia-a-dia.

O NOVO BANCO, seguindo as linhas de orientação do Banco Mundial, reconhece que as alterações climáticas constituem uma das maiores preocupações a nível mundial, sendo inegáveis os seus impactos diretos na saúde e no crescimento económico.

 

Bussiness Ambition for 1.5ºC

O NOVO BANCO, assinou a carta Bussiness Ambition for 1.5ºC,  uma carta que incentiva as empresas, a nível mundial, a criarem medidas de combate às alterações climáticas.
O documento, recentemente apresentado pela United Nations Global Compact, encoraja  empresas, organizações  e governos a empenharem-se verdadeiramente na preservação do planeta, exigindo a assunção de um compromisso com metas concretas que devem ser alcançadas em matéria de redução da emissão de gases com efeito de estufa, essenciais para travar o aquecimento global. Alcançar a transição para uma economia de baixo carbono e evitar o sobreaquecimento da atmosfera são os seus principais objetivos.

Este apelo surge em linha com o “Global Warming of 1.5 ºC”, um relatório apresentado pelo Painel Intergovernamental sobre as Alterações Climáticas (IPCC) que aborda os impactes negativos e os riscos decorrentes do aumento das temperaturas e alerta para a urgência da criação de medidas que impeçam este aquecimento.

Consciente do papel a desempenhar o NOVO BANCO assumiu  publicamente o compromisso de alinhar os seus planos de descarbonização com a ambição de limitar – ou mitigar – o aquecimento global.